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Essa página foi editada pelo Prof. Eoil Jr.
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Intregrantes do grupo: Eduardo Vinícios, Letícia Biasi, Maria Eduarda
Será que existe vida em outros planetas?
Certezas (provisórias):
os etês apareceram no Texas
que há pessoas que acreditam em etes, há ufólogos que acreditam que os etes não podem respirar por muito tempo em nossa atmosfera.
Alienígenas sobrevoam no acampamento da nuclebrás no Riopreto, Goías e em Tocantíns. Baseado em um site sobre alienigenas...
Conspiração um ex-militar explica porque os governos preferem manter em segredo suas informações sobre os alienígenas que já estão entre nós.
Dúvida
s:
é verdade que os etês vieram em Passo Fundo?
como eles se comunicam?

Na nossa opinião nós acreditamos que possa existir vida em outros planetas, e que futuramente poderemos ver de perto essas vidas, baseado em jornais, filmes, em sites e etc. Com a nossa tecnologia nós poderemos ir muito longe.
Há boatos que extrasterrestres já estiveram em Passo Fundo, mas não há provas concretas...
Nós pesquisamos no site do google e etc...
Aexistência de vida fora da Terra foi sempre considerada ponto pacífico pela maioria dos autores de FC. Em conseqüência desta aceitação tácita, a temática da inteligência extraterrestre é uma das mais importantes desse gênero, tanto na sua forma literária quanto cinematográfica.
Acostumada a lidar tanto com personagens que são a um só tempo humanos e extraterrestres, quanto com as inteligências extraterrestres não-humanas, a FC evitou a confusão entre ambos batizando esses últimos com termo "alienígenas".
O conceito do alienígena como criatura essencialmente diferente do ser humano é, contudo, relativamente recente, remontando ao final do século passado. Os habitantes de outros mundos encontrados pelos humanos nas histórias dos séculos XVII e XVIII não podem considerados alienígenas de fato. Tratavam-se de homens e mulheres, por vezes razoavelmente diferentes dos terrestres mas, ainda assim, desempenhando papéis bem estabelecidos. O padrão da vida terrestre era reproduzido com algumas variações e exageros, visando a defesa de uma utopia em particular, ou com o propósito de se tecer uma sátira social.
A emergência do conceito de um padrão de desenvolvimento fundamentalmente diferente do nosso e, portanto, de vida e inteligência genuinamente alienígenas, pode ser visto como conseqüência direta das noções de evolução e adaptação ao meio ambiente, propostas por Lamarck e, posteriormente, por Darwin.
A idéia da existência de seres alienígenas foi popularizada pelo astrônomo e escritor francês Camile Flamarion em vários trabalhos de não-ficção publicados na segunda metade do século XIX. Flamarion apresentou os alienígenas como seres basicamente pacíficos e bem intencionados. Mas esta visão humanista não persistiu por muito tempo.
O conceito evolucionista da sobrevivência do mais apto estreou na FC em 1898 com o romance A Guerra dos Mundos, de H.G. Wells. Ao imaginar os marcianos como invasores genocidas, Wells colocava os alienígenas como competidores dos seres humanos no sentido darwiniano, ou seja, inimigos naturais da humanidade. A temática do alienígena como invasor e conquistador da Terra tornou-se rapidamente um clichê. Outro padrão estabelecido nesse mesmo romance foi a caracterização do alienígena como o monstro do espaço. Três anos mais tarde, Wells estabelecia novos arquétipos para alienígenas com Os Primeiros Homens da Lua, a citar: a inserção do alienígena na sua própria sociedade e a descrição detalhada da mesma, e o modelo da cultura alienígena baseado no comportamento dos insetos sociais.
Na década de 1920, as histórias publicadas nas revistas americanas seguiam o modelo proposto por Edgar Rice Burroughs, que consistia em popular outros mundos com habitantes quase humanos, inclusive com mocinhas atraentes sempre prontas a se apaixonar pelo herói terrestre. Por questão de melodrama, essas raças humanóides se viam não raro sob a ameaça de monstros predadores hediondos. Com o advento das revistas especializadas em FC a partir de 1926, nota-se a fusão dos paradigmas de Wells e Burroughs. Foi uma época em que o gênero abusou dos invasores alienígenas monstruosos.
Naquelas primeiras histórias de FC, os poucos alienígenas benevolentes apresentavam características mamíferas ou aviformes, ao passo que os malignos se assemelhavam aos répteis, artrópodos ou moluscos (sobretudo polvos gigantes). Ocasionalmente, os autores daqueles primeiros tempos invertiam a situação e colocavam os humanos no papel de alienígenas invasores.
Esse antigo modelo Wells-Burroughs de representar alienígenas ora como monstros, ora como quase humanos, ou ainda como meras variações da fauna terrestre, sofreu uma ruptura profunda em 1934 com a publicação do conto Uma Odisséia Marciana, de Stanley G. Weinbaum, considerado até hoje como um dos marcos da FC moderna. Foi a primeira vez que os leitores do gênero entraram em contato com um alienígena inteligente perfeitamente inserido dentro da sua biosfera extraterrestre própria, admitida como tão detalhada e complexa quanto a de nosso mundo.
Outra barreira foi rompida em 1935, quando Clifford D. Simak sugeriu na noveleta The Creator que o nosso universo teria sido criado por um alienígena com poderes inimagináveis, trazendo as considerações religiosas e os mitos sobre a criação do universo para o âmbito da FC. Na época o tema foi considerado tabu e o trabalho só pôde ser publicado numa revista de segunda linha.
Contudo, os enredos do tipo "ameaça vinda do espaço" ainda predominaram até meados da Segunda Guerra Mundial, quando começaram a perder um pouco de seu apelo, embora jamais tenham corrido risco de esquecimento. Essa xenofobia caiu de moda nas histórias publicadas nas melhores revistas de FC americanas, embora os alienígenas monstruosos se mantivessem populares em publicações menos sofisticadas.
No cinema de FC, a temática do alienígena exibiu um desenvolvimento vigoroso, se bem que quase invariavelmente atrasado em relação à forma literária do gênero. As décadas de 1950 e 1960 foram dominadas pelos filmes-B de monstros espaciais, como O Monstro do Ártico (1951), O Homem do Planeta X (1951), Ameaça Vinda do Espaço (1953), Vampiros de Almas (1956), A Bolha Assassina (1958), Eu Casei com um Monstro do Espaço (1958), e muitos outros. As duas décadas seguintes presenciaram o lançamento de filmes onde os alienígenas foram apresentados como criaturas inocentes ou altruístas, uma tendência que culminou no clássico é ET - o Extraterrestre (1982).
Enquanto isso, na literatura de FC das décadas de 1930 e 1940, alguns autores continuavam criando monstros alienígenas cada vez mais medonhos e tenebrosos, cujo exemplo mais notável talvez tenha sido a criatura metamórfica da noveleta Who Goes There? (1938) de John W. Campbell, que mereceu duas versões cinematográficas, O Monstro do Ártico e Enigma de Outro Mundo (1982). Outros autores, no entanto, começaram a se preocupar com os problemas de comunicação decorrentes dos primeiros contatos entre humanos e alienígenas. Durante a Segunda Guerra, os contatos da humanidade com alienígenas foram não raro abordados como relacionamentos complexos, delicados e instáveis. Data dessa época o conto First Contact (1945) de Murray Leinster, onde duas naves, uma humana e outra alienígena, encontram-se no espaço interestelar. Nenhuma das tripulações se dispõe a divulgar qualquer informação importante, pelo temor de fornecer vantagens políticas ou estratégicas à outra espécie.
Na FC da Europa Oriental o alienígena assumiu um papel bastante distinto daquela ameaça espacial típica dos trabalhos publicados nas revistas anglo-saxãs. A contaminação ideológica na FC da antiga U.R.S.S. se torna patente na novela Cor Serpentis (1959) de Ivan Yefremov, escrito como uma resposta explícita ao First Contact, de Leinster. Para Yefremov, quando a cultura humana for capaz de construir naves interestelares, será por certo madura o suficiente para já ter há muito adotado o socialismo como forma de governo e sábia o bastante para deixar de lado a atitude militarista e desconfiada dos humanos de Leinster, assumindo-se, é claro, que os alienígenas, também socialistas, seriam igualmente maduros. O cepticismo dos autores ocidentais pode ser resumido na resposta bem humorada do autor americano Larry Niven, "A melhor maneira de encararmos um alienígena durante o primeiro contato é empunhando uma pistola desintegradora!"
Essas duas posturas díspares refletem, não obstante, a mesma preocupação. Os enredos das melhores histórias da década de 1950 assumiam que seria muito difícil decidir exatamente qual seria a atitude correta dos representantes humanos diante do primeiro contato com alienígenas. De qualquer modo, havia um certo consenso quanto à prioridade de se estabelecer relações cordiais de amizade com as culturas alienígenas. Caso contrário, um contato inicialmente pacífico poderia degenerar em conflito, como se vê no filme O Dia em que a Terra Parou (1951), de Robert Wise, inspirado no conto Adeus ao Mestre (1940) de Harry Bates.
Comments (4)
Anonymous said
at 4:00 am on Mar 29, 2007
Olá Eduardo e meninas do grupo, percebi que não registraram nenhum argumento no trabalho de vocês. Um dos motivos pode ser o amplo leque de opções que vocês estão querendo resolver, seria mais produtivo se focassemos em no máximo duas dúvidas principais e algumas afins. Percebi que vocês envolvem fatos históricos, com lendas e curiosidades. Reflitam sobre isso!! Procurem centrar a busca em uma das dúvidas para poder ter um ponto de partida.
Um abraço
Anonymous said
at 8:45 am on Apr 5, 2007
oi o trabalgo de vcs ta tri legal.
mas é verdade que teve um et em passo fundo?
Anonymous said
at 9:09 am on Apr 5, 2007
Acho que nosso trabalho está ficando muito bm...
E tentaremos melhorar...
Anonymous said
at 10:29 am on Apr 11, 2007
Oi Eduardo e meninas do grupo!
Estou tentabdo visualizar as imagens e os textos do trabalho de vocês, mas não estou vendo, será que estou com problema no meu computador ou com meus olhos?
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